Desde semana passada o governo da Venezuela tem bloqueado a entrada de gêneros alimentícios básicos oriundos do Brasil
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PAÍS | Desde semana passada o governo da Venezuela tem bloqueado a entrada de gêneros alimentícios básicos oriundos do Brasil.
O empresário Alan Oliveira conta que têm relatado dificuldades para vender produtos ao país vizinho. A situação ocorre desde janeiro deste ano. De acordo com ele, o primeiro produto impedido de ser exportado foi a salsicha.
“Todos os empresários exportadores estão com dificuldades de enviar produtos alimentícios básicos, como o açúcar, arroz, trigo, salsicha. São produtos de necessidade básica ao país vizinho. Todas as empresas têm 100% legalizada a questão das exportações, têm o selo de inspeção federal, então, sem aviso prévio, a Venezuela fez um comunicado por meio de ligação, através do Seniat, dizendo que os produtos não poderiam adentrar o país”, explicou o empresário em uma rádio local.
Ainda segundo Oliveira, isso nunca tinha acontecido “a relação sempre foi excelente desde 2016. E digo mais: as empresas venezuelanas estão solicitando nossos produtos. O que aconteceu é que algumas autoridades ligadas ao setor alimentício na Venezuela é que fizeram o bloqueio sem o aviso prévio. E aí o comercial em Roraima está sendo prejudicado”.
Atualmente existe mais de 6 mil toneladas do produto parado em armazéns de empresas na fronteira. Alguns empresários apontam que já tiveram um prejuízo de R$ 3 milhões.
“A gente está aqui para defender essas pessoas. Temos que falar com parlamentares federais, para que se possa tomar providências. Porque o prejuízo para os distribuidores em termos de exportações é imensurável. Aqui corre o risco de 200 carretas acabarem no lixo, ou seja, é algo sério”, explicou.
O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) manteve a decisão que obriga o ex-prefeito de Autazes, Andreson Cavalcante, a entregar documentos sobre a transição de governo após denúncia de irregularidades apresentada por Willian Menezes. A decisão, conduzida pelo conselheiro Júlio Assis Pinheiro, prevê penalidades em caso de descumprimento.
A Manauscult renovou um contrato de R$ 2,6 milhões para a locação de um container por seis meses, com validade até junho de 2025. O contrato, firmado pelo secretário Jender Lobato, atende às demandas de eventos coordenados pela fundação, embora o uso exato do item não tenha sido detalhado.
O prefeito de Presidente Figueiredo, Antonio Fernando Fontes Vieira (PL), anunciou nesta segunda-feira (13) o início do processo de reestruturação do município, diante dos problemas deixados pela gestão anterior da ex-prefeita Patrícia Lopes (União).
Multado em R$ 5 mil pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), o ex-candidato a prefeito de Coari, Raione Cabral (Mobiliza), foi penalizado por veicular propaganda eleitoral antecipada. Movida pelo pela coligação “Coari Rumo ao Futuro”, a ação do então candidato Adail Pinheiro (Republicanos), foi publicada no Diário de Justiça Eleitoral.
O desembargador Jomar Ricardo Saunders Fernandes tomou posse como presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), ao lado de Airton Luís Corrêa Gentil, como vice-presidente, para o biênio 2025/2026, durante cerimônia realizada nesta quinta-feira (9) no Teatro Amazonas.
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