opinião

A escolha não é difícil, mas também não é fácil, pois depende da decisão do eleitor parar um minuto para pensar.

Eleitor tem um único minuto para não errar feio

OPINIÃO | O voto consciente deveria vir dos mais pobres, os que dependem mais do poder público para saúde, educação e segurança. São eles que sofrem mais com as péssimas escolhas. E não são poucos os exemplos, no Amazonas.

Mas, dois casos são emblemáticos: a eleição dos Irmãos Coragem (Wallace Souza etc) e de José Melo. Wallace se mostrou, depois de receber a confiança e o voto de milhares de pessoas carentes, que era traficante de drogas e envolvido em assassinatos para mostrar em um programa de TV. José Melo foi vendido como o “novo”, “professor’, e venceu uma eleição contra um político tradicional.

Melo, depois de receber o voto e a confiança dos eleitores, acabou cassado por compra de votos e preso, envolvido num escândalo de desvio de R$ 100 milhões da saúde pública, na operação Maus Caminhos.

Em toda eleição aparecem candidatos dizendo que são “o novo”. São até candidatos novos, mas nem sempre com ideias novas ou inovadoras. Basta prestar atenção no que falam, não na forma, mas no conteúdo. Pregam mais do mesmo, em todas as áreas.

Eles falam o que eleitor quer ouvir. Se for preciso, mentem, apresentando “soluções” mágicas, como se os problemas brasileiros fossem fáceis de resolver, principalmente quando o país patina na maior crise de sua história. Crise causada por… uma presidente que foi eleita sem ter um mínimo de experiência e que pregava exatamente as saídas fáceis e mágicas.

As consequências foram o maior desemprego da história, a falta de dinheiro para saúde, segurança e educação. Votar em quem não tem passado é dar cheque em branco. Votar em quem não tem experiência, é dar tiro no vento… acerta no vento, em mais nada. É dar tiro no escuro. Acerta apenas o escuro, com o risco de acertar no que não queria.

E o que menos a população que mais depende do governo quer, hoje, é que as coisas piorem… E há, hoje, uma grande possibilidade das coisas piorarem, antes mesmo de melhorarem, se elas fizerem a escolha errada.

O eleitor tem que escolher entre duas possibilidades: 1) a certeza de quem tem passado, já fez antes, mostrou que pode fazer hoje e vai fazer no futuro e; 2) a incerteza de assinar um cheque em branco para quem não tem experiência, não tem passado, nunca fez nada e diz que vai “resolver tudo”, num passe de mágica.

A escolha não é difícil, mas também não é fácil, pois depende da decisão do eleitor parar um minuto para pensar.

É isso.

Eleitor tem um único minuto para não errar feio

A escolha não é difícil, mas também não é fácil, pois depende da decisão do eleitor parar um minuto para pensar.

Eleitor tem um único minuto para não errar feio

A escolha não é difícil, mas também não é fácil, pois depende da decisão do eleitor parar um minuto para pensar.

Eleitor tem um único minuto para não errar feio

A escolha não é difícil, mas também não é fácil, pois depende da decisão do eleitor parar um minuto para pensar.

Eleitor tem um único minuto para não errar feio

A escolha não é difícil, mas também não é fácil, pois depende da decisão do eleitor parar um minuto para pensar.

Eleitor tem um único minuto para não errar feio

A escolha não é difícil, mas também não é fácil, pois depende da decisão do eleitor parar um minuto para pensar.