Mil dias depois de morte de Marielle, investigação não foi concluída

A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que as investigações da Delegacia de Homicídios da Capital continuam

Manaus | AM | Agência Brasil

Os assassinatos da vereadora carioca Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completam, nesta terça-feira (8), 1 mil dias, sem que a polícia tenha concluído suas investigações. Os dois foram mortos depois de terem seu carro atingido por disparos na noite de 14 de março de 2018, em uma rua do Centro do Rio de Janeiro.

A Polícia Civil prendeu dois suspeitos de terem atirado contra as vítimas. Os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram presos em março de 2019. Até agora, no entanto, as investigações não conseguiram identificar se houve um mandante, quem seria essa pessoa e quais seriam suas motivações.

Por meio de nota, a Polícia Civil informou que as investigações da Delegacia de Homicídios da Capital continuam. A nota diz ainda que a elucidação dos assassinatos de Marielle Franco e de Anderson Gomes “é uma das prioridades da atual gestão”.

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