Depois de reação da classe, presidente do Sindicato dos Médicos volta atrás após acusação de eutanásia nos hospitais

Manaus-AM | Por: Redação

O presidente do Sindicato dos Médicos (Simeam), Mário Vianna, voltou atrás quando falou que estava sendo praticado o crime de eutanásia em pacientes acamados por Covid-19 em Manaus. A volta foi após o acionamento pela Procuradoria-Geral do Estado do Amazonas (PGE-AM), para apresentar provas sobre as graves acusações feita pelo presidente contra os médicos da rede estadual.

Em sua explicação, Vianna disse que as criticas dele tem formato por conta das informações que ele recebeu de outra médica, que da qual preferiu não mencionar nomes. “Ela [a tal médica] falou uma coisa que não me parece correta […] O nome da médica, que fez a denúncia e que gerou a minha manifestação no vídeo, eu não sei e não tenho obrigação de saber”, disse Vianna.

O presidente do Simeam, admitiu que não apurou a declaração da colega de profissão, mas disse que a não cabe a ele ter que ir atrás da verdade e sim aos órgãos competentes. “A PGE e os órgãos de Justiça que têm que ir atrás”, disse o médico, que aproveitou a situação para dizer o que ele realmente quer, o impeachment de Wilson Lima (PSC).

“Fiz meu papel, vou continuar a fazer. Apresentei meu pedido de impeachment  duas vezes e vou continuar”, disse o presidente do Simeam, que já foi notificado pela Procuradoria-Geral a apresentar provas do que ele disse sobre eutanásia nos hospitais, sob pena de responder o ato forma criminal.

Mário Vianna é autor de dois pedidos de impeachment  contra Wilson Lima.

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