iFood lança primeira moto elétrica exclusiva para entregadores

Desenvolvido em parceria com a montadora brasileira Voltz, o modal chega para somar às estratégias da foodtech de ser neutra na emissão de carbono, até 2025.

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A empresa iFood lança a primeira moto elétrica exclusiva para entregadores do mundo com o objetivo de atingir a meta de operar com entregas de delivery usando meio sustentável e não poluente. O modal, desenvolvido em parceria com a montadora brasileira Voltz, chega para somar às estratégias da foodtech de ser neutra na emissão de carbono, até 2025.

Por enquanto, a EVS Work iFood está disponível apenas na capital paulista. A moto elétrica recarregável tem autonomia de 180 km rodando com duas baterias removíveis, o que permite uma ampla circulação pelos bairros de São Paulo. A velocidade máxima é de 85 km/h, pensando na segurança dos entregadores parceiros.

Silencioso, o veículo tem atrativos como a redução nos custos com combustível e manutenção, considerando que o veículo não tem óleo, filtro, vela e não precisa de gasolina, a economia para o entregador pode chegar a 70% quando comparado a uma moto convencional.

A expectativa da foodtech é de colocar em circulação 10 mil motos elétricas até o fim de 2022. Com isso, a empresa avança na meta de zerar a emissão de CO2 nas suas operações. Estima-se que a circulação desse modal dentro do delivery pode evitar a emissão de até 30 mil toneladas de gás carbônico em um ano.

Com o intuito de deixar o modal acessível aos entregadores, o iFood firmou parcerias que permitem a venda da moto elétrica a um preço abaixo do mercado. Os interessados podem adquirir a EVS Work iFood, no primeiro lote, pelo valor de R$ 9.999,90. Para facilitar o pagamento, o Banco BV está oferecendo uma linha de financiamento diferenciada, além de um subsídio de R$ 2 mil para as primeiras 300 motos adquiridas pela instituição.

De acordo com a foodtech, o custo reduzido só foi possível devido ao modelo de baterias compartilhadas. Nesse formato, a moto elétrica é vendida sem a bateria fixa e com um plano de assinatura de bateria compartilhada que varia conforme a quilometragem rodada no mês. O usuário terá acesso a pontos de troca rápida de recarga disponibilizados em dezenas de estações, localizadas em postos da rede Ipiranga, na capital paulista.

No entanto, também será possível recarregar a bateria em casa, pois a moto vem com um carregador que pode ser utilizado em qualquer tomada. O tempo até a carga total é de aproximadamente 5 horas.

*Com informações do Metrópoles.

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