‘Se depender do STF todos os bandidos serão perdoados’, diz Plínio Valério ao chamar tribunal de ‘circo’

Manaus | AM

O senador Plínio Valério (PSDB) usou suas redes sociais para disparar contra o Supremo Tribunal Federal (STF) no caso do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva ao liberar das acusações em escândalos de corrupção e ao declarar a suspeição do ex-juiz Sério Moro no caso da operação Lava Jato, alegando que Moro perseguiu Lula.

Para Valério, o STF está fazendo ‘uma exibição circense’  e assustando ainda mais a população que padece e sofre com a pandemia de Covid-19. “E novamente o STF numa exibição circense, dá mais um cavalo de pau juridico na frente de uma Nação assustada. Sérgio Moro agora é o vilão nesse enredo teatral movido a vaidades. Se depender do STF todos os bandidos serão perdoados.”, disse o parlamentar.

Ainda segundo o parlamentar, a operação Lava Jato é um dos maiores esforços da história da nação contra corruptos que destruíram os cofres públicos. “Em quatro anos, a Lava-Jato já recuperou R$ 11,5 bilhões que foram devolvidos aos cofres públicos e está sendo jogada na lata de lixo”, argumentou o parlamentar.

STF reconhece suspeição de Sérgio Moro no processo de Lula

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta terça-feira (23), reconhecer a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro na condução do processo envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na operação ‘Lava Jato’. 

Com a medida, a condenação do ex-presidente no caso do triplex do Guarujá será anulada. No dia 8 de março, uma decisão individual do ministro Edson Fachin também anulou a condenação, mas não havia reconhecido a suspeição de Moro. O placar pela imparcialidade do ex-juiz foi obtido por 3 votos a 2.

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Senadores Omar, Plínio e Braga votaram a favor da criação da CPI da Covid-19

AO VIVO | Saiba quais ministros do STF votaram contra a liberação de cultos e missas na pandemia

Roberto Cidade autorizou o gasto de mais de R$ 12 milhões com contratos na Aleam