Mayra Pinheiro diz que falta em oxigênio em Manaus não foi prevista

"Capitã Cloroquina" afirmou que não era competência do Ministério da Saúde o fornecimento de oxigênio na capital do AM

Manaus | AM

Durante a sabatina na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde do Ministério da Saúde Mayra Pinheiro, conhecida como “Capitã Cloroquina” afirmou nesta terça-feira (25), que a falta de oxigênio em Manaus, em janeiro deste ano, não foi prevista porque os “desfechos de agravamento da Covid-19 são imprevisíveis”.

O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB) chegou a questionar o porquê de o Ministério da Saúde (MS) não ter previsto falta de oxigênio em Manaus, já que relatório do ex-ministro Eduardo Pazuello previa aumento de casos entre 11 e 15 de janeiro, no entanto, Mayra disse que não é competência do ministério o fornecimento de oxigênio.

Efeito Rebanho

Após exibição de vídeo em que a Capitã Cloroquina cita o “efeito rebanho”, ela alegou que a defesa foi de imunidade de rebanho em crianças e que, na população geral, não poderia ser usada indistintamente. Ela negou que a tese fosse defendida no MS.

Cloroquina

Mayra disse que nunca indicou “tratamento precoce” para covid-19, tendo apenas criado nota orientativa que estabeleceu doses seguras de medicamentos.

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