Marcelo Ramos repudia ataque da Afrebras ao polo de concentrados da Zona Franca de Manaus

De acordo com Marcelo Ramos, a Afrebras ataca a Zona Franca de Manaus por "não admitir a sua incompetência concorrencial do mercado"

Manaus | AM

O vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL), repudiou nesta quinta-feira (9) os ataques da Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (Afrebras) ao polo de concentrados da Zona Franca de Manaus (ZFM). A Afrebras acusa a ZFM de ser “uma fábrica de créditos de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)”.

“A Zona Franca de Manaus é uma fábrica de mais de 100 mil empregos diretos, de quase R$ 500 mil empregos, entre diretos e indiretos, é uma fábrica de recolhimento de ICMS que faz com que o Estado do Amazonas seja um dos poucos estados equilibrados do ponto de vista financeiro e fiscal, e que não pedem socorro para União”, disse o deputado federal.

De acordo com o parlamentar, a ZFM é uma fábrica de proteção ao meio ambiente e da floresta Amazônica. “É lamentável que uma associação que representa um segmento econômico que julga o certo, se presta a atacar o mais exitoso modelo de desenvolvimento regional do País, como forma de não admitir a sua incompetência concorrencial do mercado”, frisou Ramos, que ressaltou que, como parlamentar, sempre defenderá a Zona Franca.

Ataque

A Afebras atacou a Zona Franca de Manaus, na última sexta-feira (3), onde chama o modelo econômico de “sanguessuga”, o que gera uma “desigualdade mercadológica no setor de bebidas”. Segundo a nota da associação, a ZFM hoje é uma fábrica de créditos de impostos.

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