Glória Carratte sugere que vereadores retornem para atividades presenciais no plenário

Segundo Glória Carratte, muitos vereadores não têm acompanhado as sessões híbridas de forma online, adotadas durante a pandemia de Covid-19

Manaus | AM

Durante seu pronunciamento no pequeno expediente, na manhã desta quarta-feira (14), a vereadora Glória Carratte (PL) sugeriu que os parlamentares retornem para suas atividades presenciais na Câmara Municipal de Manaus (CMM). Segundo ela, muitos vereadores não têm acompanhado as sessões híbridas de forma online, adotadas durante a pandemia de Covid-19.

“Uma vez que os trabalhadores estão trabalhando, pegando ônibus, na rua, se expondo, nós vereadores, que somos minoria, não podemos estar protelando isso. Nós temos que trabalhar aqui, firme e forte, de forma presencial”, disse.

A vereadora chamou a atenção e afirmou que muitos vereadores não estão indo trabalhar de forma presencial e congelam sua imagem na transmissão online.

“Nós temos três dias para trabalhar aqui nessa Casa. Então, gostaria de chamar atenção que muitos vereadores não estão vindo trabalhar e congelam sua imagem na TV online e não ficam prestando atenção na hora do plenário”, afirmou.

Glória falou, ainda, sobre os parlamentares que cumprem agenda externa no horário regimental, deixando de participar das sessões plenárias. “Enquanto nós estamos aqui, tem muitos vereadores que estão na rua, fazendo tapa buraco, andando. Por que ele não faz primeiro aqui o trabalho dele como vereador, no horário regimental?”, questionou.

“Me desculpe a quem caiu a carapuça. Porque eu sempre estou aqui, e são sempre os mesmos vereadores que estão no horário regimental. Quem quiser ficar chateado, que fique. Porque aqui eu não tenho nenhum voto. Eu tenho voto na rua”, completou.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Amom critica 'lentidão' e 'burocracia' para licença de obras e abertura de empresas

Ministros reiteram relevância da ciência para combate à pandemia

Comissão vai debater risco de genocídio indígena diante da pandemia