‘É um problema recorrente no Amazonas’, afirma Plínio Valério sobre questão dos garimpos

Para o senador Plínio Valério, o que deve ser feito é "permitir onde pode ser permitido e proibir onde pode ser proibido, pois esse problema é recorrente" no Amazonas

Manaus | AM

O senador Plínio Valério (PSDB), em entrevista ao programa ‘Conexão Senado’, nesta terça-feira (30), afirmou que o problema nos garimpos do Amazonas é recorrente, no entanto, o que chamou a atenção do mundo foi aglomeração de balsas e dragas, no Rio Madeira, nas últimas semanas.

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“Isso vem tudo da hipocrisia do que pode ser legalizado e proibir o que tem que ser proibido. Não estou dizendo que lá, na beirinha do rio, não possa se tirar ouro. Estou dizendo que existe o mapeamento geológico na Amazônia e no Amazonas que permite a exploração mineral. O que a gente tem fazer, é permitir onde pode ser permitido e proibir onde pode ser proibido, pois esse problema é recorrente. Portanto, gera um problema social”, afirmou o senador.

Nas últimas semanas, imagens com centenas de balsas e dragas atracadas na extensão do Rio Madeira para exploração em massa de ouro chamaram a atenção de autoridades e chocaram o Brasil.

Dragas de garimpeiros em Borba e Nova Olinda do Norte são destruídas

No último fim de semana, três pessoas foram presas durante operação contra o garimpo ilegal. No total, 131 balsas utilizadas pelos garimpeiros foram apreendidas e/ou destruídas em uma operação da Polícia Federal (PF) realizada com o apoio das Forças Armadas e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A destruição dos materiais aconteceram nos municípios de Autazes, Nova Olinda do Norte e Borba.

 

 

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