Plínio Valério comemora independência do Banco Central aprovada pela Câmara Federal

Manaus-AM | Por: Redação

O senador Plínio Valério (PSDB), usou suas redes sociais para expor sua alegria com a decisão da Câmara Federal em aprovar o PLP 19/19, de autoria dele, que prevê a independência do Banco Central em relação as suas políticas monetárias e confere mandato de quatro anos para o presidente e diretores da autarquia federal.

Valério diz que o BC é responsável pelo controle da inflação e também pela geração de empregos quando facilita o investimento, porque vai dar segurança aos investidores, e essa segurança acaba trazendo novas empresas e também novos postos de empregos que o Brasil tanto precisa nesse momento.

O autor do projeto, diz que o Banco Central por muitas vezes foi impedido de executar sua política monetária por conta do presidente em exercício, e a ideia de autonomia da autarquia já existe há 27 anos. “Agora madura para ser aprovada no projeto que apresentei assim que assumi o mandato, em março de 2019. A aprovação na Câmara é o início das reformas para destravar a economia”, disse Plínio.

O projeto vai ajudar o Brasil a destravar a economia e melhorar o ambiente de negócios, agora o texto segue para as mãos do presidente Bolsonaro e sancionar a PLP 19/19 do senador do Amazonas, Plínio Valério.

Câmara aprova independência do Banco Central

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) o projeto que prevê autonomia para o Banco Central. A matéria segue para sanção presidencial. 

O PLP 19/19 foi aprovado pelo Senado em novembro de 2020 e confere mandato de quatro anos para o presidente e diretores da autarquia federal. O texto estabelece que o Banco Central passa a se classificar como autarquia de natureza especial caracterizada pela “ausência de vinculação a ministério, de tutela ou de subordinação hierárquica”.

Para o relator do PLP, deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), a medida vai melhorar a nota do Brasil em relação aos investidores internacionais. O parlamentar reiterou que a proposta é discutida no Congresso há 27 anos.

“[A matéria] vai dar ao Brasil um novo padrão de governança monetária, que vai dar um sinal muito importante ao mercado internacional, fazendo com que o Brasil possa melhorar a sua imagem internacional e, mais do que nunca, fazendo com que investidores possam analisar o Brasil como uma janela de oportunidades”, afirmou o relator.

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