Juíza federal comemora uso completo de vacinas que venceriam hoje (30)

Manaus – AM – A juíza Jaiza Fraxe, titular da 1a Vara Cível da Justiça Federal no Amazonas, usou as redes sociais para comemorar a aplicação de todas as doses de vacinas contra o novo coranavírus (Covid-19) que venceriam nesta sexta-feira (30).

“A boa notícia é que Conseguimos que todas fossem aplicadas. Sobrou o total de zero  vacinas vencendo hoje, dia 30.”, afirmou a magistra em postagem no Twitter.

De acordo com informações da juíza, das 3.425 vacinas que venceriam nesta sexta-feira, até a quarta-feira (28) já haviam sido aplicadas 3.305 doses, e restaram apenas 120, que foram aplicadas nessa quinta-feira (29).

Na terça-feira (27), Jaíza fraxe determinou que vacinas contra a Covid-19 que as vacinas que iriam vencer poderiam ser utilizadas para imunizar professores, policiais e líderes religiosos, em caráter emergencial, em municípios do estado do Amazonas, caso cidades com os imunizantes a vencer não conseguissem acessar em tempo hábil pessoas que faltavam se vacinar – pertencentes a grupos prioritários, conforme estabelecido pelo Ministério da Saúde.

“Que os municípios que possuem lotes prestes a vencer ainda no mês de abril e que enfrentam dificuldades em acessar a população estipulada pelo Plano Operacional Estadual da Campanha de Vacinação contra a Covid-19, racionalizem os esforços para atingir a população estabelecida, caso não haja público, que abram, em caráter emergencial, fila para vacinação de professores, policiais, líderes religiosos e quaisquer pessoas que trabalhem com público grande e sejam, portanto, vulneráveis à favorecer contágio por Covid-19.”, determinou a juíza, na ocasião.

Ainda de acordo com o despacho, a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) deveria notificar com urgência os gestores dos municípios sobre a determinação. A FVS ainda foi orientada a encaminhar à Justiça Federal, até 2 de maio, a comprovação do aproveitamento dos imunizantes.

“Caso os prefeitos não atendam à notificação da FVS, serão encaminhadas as documentações para fins de apuração de crimes e atos de improbidade, uma vez que desprezar imunizantes nesse momento de total escassez, é ato gravíssimo a ensejar a devida punição.”, ressaltou Fraxe.

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