Cartórios em Manaus já realizaram mais de 300 casamentos por videoconferência

Os cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais do Amazonas são responsáveis por habilitar os casais para a cerimônia. Os noivos devem procurar o cartório, enviar a documentação necessária e demais informações por meio eletrônico. Após a análise, para a assinatura do requerimento de habilitação ao casamento, será necessária a presença dos interessados no cartório responsável, bem como de duas testemunhas. Este atendimento deve ser previamente agendado, de sorte a assegurar que os cuidados determinados pelas autoridades de saúde sejam atendidos.

Para o presidente da Anoreg/AM, Marcelo Lima Filho, a medida possibilitou que muitos casais pudessem concretizar o sonho do matrimônio, mesmo nestes tempos em que a diretriz é a do diastanciamento social.’A pandemia oportunizou aos cartórios a possibilidade de evoluir na entrega de seus serviços, a exemplo das cerimônias virtuais. Não fazia qualquer sentido esperarmos a normalização de todas as rotinas, para podermos atender a contento os nossos usuários. Felizmente pudemos contar com a sensibilidade da Corregedoria-geral de Justiça, que prontamente editou as normas necessárias à celebração de casamentos por intermédio de vídeoconferência. A partir disso passamos a realizar em consonância com os juízes de paz, as cerimônias previamente agendadas”, confirmou Lima Filho.

O Provimento foi assinado pelo Corregedor-geral de Justiça, desembargador Lafayette Vieira Júnior. As cerimônias, realizadas com ajuda de aplicativos de conexão virtual, são coordenadas por juízes de paz, com a presença dos noivos e testemunhas, além do oficial de Cartório responsável por formalizar o casamento.

A juíza de Paz Cláudia Pereira tem realizado cerimônias virtuais durante todo o período autorizado. Segundo ela, a possibilidade do enlace neste formato tem gerado grande satisfação aos noivos.

“Se nós pudermos aproveitar é possível transformar esse momento num momento especial porque familiares e amigos também podem participar da sala de videoconferência. É uma forma de evitar aglomeração e ao mesmo tempo é uma oportunidade em que as pessoas continuam casando. Eu acabo me emocionando junto com os noivos. Nós, juízes de paz, somos as autoridades celebrantes”, disse a Cláudia Pereira.

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