Sem criar programa assistencial enquanto prefeito, Arthur Neto agora critica auxílios emergenciais federa e estadual

Manaus | AM

O ex-prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), usou suas redes sociais, neste final de semana, para criticar a medida que vêm auxiliando a população de todo o País: os auxílios emergenciais dos governos federal e estadual.

Segundo o tucano, as iniciativas seriam “poucas” para ajudar a população que mais precisa neste momento de agravamento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no Brasil. Porém, enquanto esteve à frente do Executivo Municipal, Arthur fechou o hospital de campanha antes do tempo e nem sequer criou um programa de assistência.

Ainda segundo Arthur, o governo deve financiar o povo, do trabalhar autônomo ao desempregado por conta da crise, mas ignora os bilhões injetados no programa federal. No Amazonas, o governador Wilson Lima (PSC) lançou o programa ‘Auxílio Estadual’ e em Manaus o prefeito, David Almeida (Avante) – com o mesmo seguimento – lançou o ‘Auxílio Manauara’, ambos programas esses que visam ajudar os mais necessitados nesse momento difícil.

Em 2020, Manaus registrou seu primeiro caso de Covid-19, no mês de março, época em que houve o fechamento do comércio por parte do Governo do Amazonas, para tentar conter o avanço do vírus no Estado.

Mesmo decretando o fechamento de estabelecimentos, Wilson Lima anunciou em março de 2020 o programa que, posteriormente, se tornaria o ‘Auxílio Estadual’, assistindo famílias que seriam atingidas de forma econômica.

Durante quase dez meses, até o fim do mandato de Arthur, o ex-prefeito não propôs nenhuma medida que pudesse socorrer as famílias que mais precisavam.

O atual prefeito de Manaus, David Almeida, em apenas dois meses de mandato lançou o projeto ‘Auxílio Manauara’. Em resposta, não apenas a ineficácia do ex-prefeito, mas buscando dar retorno as famílias que apenas estavam sobrevivendo com o mínimo possível.

Arthur, agora em casa, tenta dar uma solução para os problemas da cidade. Para ele, o uso do Tesouro Nacional para tentar controlar a crise financeira que milhões de brasileiros passam, apenas gera mais dívidas para o País.

Ele defende o uso de reservas cambiais que se aproximam em cerca de US$ 360 bilhões. Ou seja, ele diz que é melhor usar o que já está na reserva, guardado, e disparar junto com a moeda que já está em circulação, gerando uma nova dívida aos cofres públicos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tony Medeiros assume presidência da Comissão de Turismo na ALEAM

MP-AM quer retorno seguro às aulas no município de Manaquiri

Governo do AM divulga lista de membros do Conselho Curador da UEA