Braga ‘comemora’ Lei do Gás, mas deputada questiona tentativa de favorecimento de monopólio

O senador Eduardo Braga tentou implicar proposta no documento que supostamente beneficiaria usinas termelétricas estacionárias, como é o caso da Cigás

Manaus | AM

Aprovada nesta quinta-feira (10) pelo Senado Federal, a chamada Lei do Gás foi ‘comemorada’ pelo senador Eduardo Braga, relator da proposta. Porém, as mudanças que Braga tentou implicar no documento foram criticadas pela deputada federal Carla Zambelli, em suas redes sociais.

“Qual o sentido, senador Eduardo Braga, em desfigurar o PL original do gás, que veio redondinho da Câmara, para beneficiar um empresário que já detém 77% dos km de gasodutos com licenciamento ambiental? Como reduzir os preços com mais monopólio?”.

Com isso Zambelli faz referência ao capítulo que supostamente beneficiaria usinas termelétricas estacionárias, que poderiam vir a contribuir para levar energia elétrica à base de gás para capitais brasileiras. Caso tal trecho tivesse sido aprovado, beneficiaria o empresário Carlos Suarez, um dos acionistas da Companhia de Gás do Amazonas (Cigás).

A Companhia de Gás do Amazonas (Cigás) foi criada pela Lei n. 2.325 de 8 de maio de 1995, sendo a concessionária pública responsável exclusiva pela distribuição e comercialização do gás natural por meio de dutos no Estado do Amazonas. A criação ocorreu durante governo de Amazonino Mendes.

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