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Parlamentar havia sugerido “enforcar” a ministra durante evento da Fecomércio-AM; episódio gerou ampla repercussão e críticas
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O senador Plínio Valério (PSDB-AM) emitiu uma nota nesta quinta-feira (20) retratando-se de uma declaração polêmica feita sobre a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Durante um evento da Federação do Comércio do Amazonas (Fecomércio-AM), na última sexta-feira (14), o parlamentar afirmou ter sentido vontade de “enforcar” a ministra ao relembrar sua participação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs. A fala gerou ampla repercussão e críticas de diversos setores políticos e sociais.
Na nota, Plínio Valério explicou que, durante o encontro, comentou sobre sua atividade parlamentar e abordou questões relacionadas ao Amazonas, especialmente a falta de ligação terrestre com o restante do Brasil devido às dificuldades enfrentadas pela BR-319. Ele mencionou que, ao se referir ao depoimento de Marina Silva na CPI das ONGs, utilizou “termos fortes” que expressavam o sentimento da população local, mas reconheceu que, como senador, talvez não devesse ter feito isso, considerando a possibilidade de interpretações equivocadas.
O senador voltou a falar sobre o assunto na última quarta-feira (19), durante sessão no plenário do Senado. “Foi brincadeira. Se você perguntar ‘você faria de novo’? Não. Mas [se] ‘se arrepende’? Não. Foi uma brincadeira. […] Eu não excedi, eu brinquei, talvez, fora da hora. Mas não me excedi. Eu passei seis horas e 10 minutos tratando [a ministra] com decência, como merece toda mulher”, afirmou.
A declaração de Plínio Valério foi duramente criticada por parlamentares e pela sociedade civil. Deputadas de nove partidos denunciaram o senador, afirmando que sua fala teve “evidente caráter de violência de gênero” e não pode ser relativizada. No Senado, senadoras repudiaram a declaração, destacando que a agressão à ministra representa uma agressão a todas as mulheres brasileiras.
Em resposta, Marina Silva classificou a declaração como uma “ameaça de brincadeira” e afirmou que “só psicopatas são capazes” de fazer esse tipo de comentário .
Inicialmente, Plínio Valério afirmou não se arrepender de sua fala, mas, diante da repercussão negativa, emitiu a nota de retratação. Nela, o senador destacou sua trajetória política em defesa das mulheres, mencionando a autoria de leis e destinação de recursos para combater a violência de gênero e melhorar as condições de vida das mulheres. Ele lamentou que o episódio tenha sido explorado politicamente e pediu desculpas “de forma sincera” a todos que se sentiram ofendidos por sua “infeliz colocação”.
Leia mais: Davi Alcolumbre defende Marina Silva após Plínio Valério falar em enforcá-la
O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) acatou uma Representação com Pedido de Medida Cautelar do prefeito de Borba, Raimundo Santana de Freitas, contra o ex-prefeito Simão Peixoto. A ação denuncia irregularidades na gestão municipal entre 2021 e 2024, incluindo dívidas previdenciárias e uso indevido de recursos. O ex-gestor pode sofrer sanções após análise das infrações.
Vice-prefeito de Manaus culpa população por tragédias das chuvas e enfrenta investigações
O vice-prefeito de Manaus, Renato Júnior (Avante), atribuiu à população a culpa por deslizamentos e mortes causados pelas chuvas. Investigado pelo MP-AM e TCE-AM, ele responde a 49 processos sobre contratos suspeitos e crescimento patrimonial de R$ 30 mil para R$ 3,1 milhões. Entre as denúncias, estão licitações irregulares e favorecimento em obras públicas.
A Prefeitura de Tefé contratou seis empresas para fornecer material de informática, totalizando R$5,8 milhões. Entre as contratadas estão companhias de telefonia, fotografia e até comércio de alimentos. Um dos contratos prevê a compra de cabos HDMI por R$276,98, quase quatro vezes o valor de mercado. A seleção das empresas levanta questionamentos sobre a adequação e transparência do processo.
O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) suspendeu a licitação para construção de um ginásio em Parintins, após denúncia de favorecimento. A empresa RAIFRAN B. DA SILVA alega ter sido desclassificada sem justificativa, favorecendo a J C CONSTRUÇÕES, vencedora com R$ 1,6 milhão. O prefeito Mateus Assayag foi notificado a apresentar defesa em 15 dias. O contrato segue suspenso até a conclusão das investigações.
O TCE-AM aceitou uma representação da empresa I. O. Barbosa Ri Projetos contra a Prefeitura de Barreirinha para investigar possíveis irregularidades em licitações. A denúncia alega ilegalidades e pede medida cautelar. O tribunal reconheceu a legitimidade da ação e encaminhou o caso a um relator, que avaliará medidas urgentes para evitar prejuízos aos cofres públicos. A prefeitura e a empresa foram notificadas, e o processo segue em análise.
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